Ele deu um sorriso malicioso.
- Hummmmmmmm. – Dei um tapa nele.
- Harry Edward Styles, cala essa boca agora se não quiser ter essa sua linda bandana enfiada na sua goela.- Ele calou na hora.
- Nossa que violência.
- Você ainda não viu a violência.
- Calma Lu. – Liam falou. – Harry para com essa mente poluída. Não é por que os dois vão ensaiar na casa um do outro que vai acontecer alguma coisa.
- Mas eles vão ficar sozinhos na casa... Nunca se sabe Daddy. – Louis falou e eu o fuzilei. – Eles podem não resistir a tentação.
- Você só está aproveitando que a Lea não está aqui. Pode deixar. Ela vai saber. - Falei e ele arregalou os olhos. Lea era violenta. Mais que eu? Ah... Não. Os meninos dizem que não tem mais violenta que eu. Que eu sou um doce na maioria das vezes, mas quando sou violenta compensa as outras vezes. Sabe, eu aqui com os meninos me lembra de antes. Quando éramos nós todos bem. Quando não tinha muito isso de popularidade. Mas eu sempre fui melhor com eles. Harry sempre foi meu melhor amigo. Louis sempre implicou comigo desse jeito dele, que não me magoa. Ás vezes me faz até rir. Liam sempre foi protetor assim. O apelido que os meninos deram a ele faz jus a pessoa. Ele é o Daddy mesmo. Mas agora explicando o que está acontecendo. Estamos nós quatro sentados na cozinha da minha casa. Eu acabei de voltar do colégio. Bem eles escolheram meu parceiro. Adivinhe quem será. Vamos lá não é difícil. Isso aí. É o Zayn. Zayn Malik. Como eu reagi? Não fiz nada. Não sei o que fazer. Não sei se isso algo bom ou ruim. Apenas sei que isso aconteceu. Eu contei aos meninos e como eu sabia que ia acontecer se eu fosse fazer dupla com um garoto Louis e Harry ficam me enchendo. Falei que ia contar para Lea, mas eu não vou. Sei que Louis é assim mesmo. Não faz por tão mal assim. Não faz por TÃO mal. Porque quando você zoa... né?
É. Você faz um pouco por mal.
Zayn Pov
- Sério filho? – Minha mãe perguntou depois de eu ter lhe contado sobre quem seria minha parceira. Posso jurar que pude ouvir felicidade em sua voz.
- É mãe. – Ela e meu pai se olharam com um sorriso no canto dos lábios.
- E quando vocês vão ensaiar? – Meu pai perguntou.
- Amanhã de tarde. Depois da escola.
- Vai ser na casa dela né?
- Sei lá. – Dei de ombros. – A gente vai se falar amanhã.
- Por que só amanhã? Vocês são vizinhos. Quer saber, nós vamos agora. – Minha mãe falou animada.
- O QUE? Não a gente não vai assim lá. Do nada. - Fiquei nervoso. Ainda bem que minhas irmãs não estão aqui. Principalmente a Doniya. Ela ia me zoar demais por estar nervoso. Aquela pirralha (q é mais velha q ele mas ok) é pior que eu.(N/Doniya: MENTIROSO!)
Minha mãe e meu pai se olharam sorrindo e ela saiu do meu quarto. Que Droga! Nunca consigo saber o que estão pensando. Eles sempre ficam se comunicando por olhar e isso é tão... Frustrante. Eu nunca consigo adivinhar o que falam pro outro e acontece que muitas vezes a gente (eu e minhas irmãs) nos ferramos depois de eles terem uma conversa dessas. Não que eles nos façam mal, mas é como se eles falassem sobre nós. Como por exemplo, a primeira garota de quem eu gostei ainda quando morava em Bradford. Eles conversaram por olhar e depois meu pai veio falar comigo sobre ela. Ela se chamava Perrie. Tinha os cabelos bem louros, claros demais. Seus olhos eram azuis e ela era bem branquinha, mas não era uma brancura com palidez. Ela era muito... Meiga. Eu gostava muito dela. Não só pela aparência, pois nós conversávamos muito. Ela também era calada com os outros e isso era uma coisa em comum que acabou nos aproximando. Mas ela não tinha notas tão boas quanto as minhas. Eram dentro da média, mas não eram entre 9,0 e 10,0 como as minhas são na maioria das matérias. Não são tão boas em física, biologia e espanhol. Principalmente espanhol. Tenho uma dificuldade enorme nela. Mas em compensação eu sou ótimo nas outras.
- Então...
- Pai não enrole.
- Você gosta da Lunna? – Eu o olhei. Não falei? Eu sabia que ia ser isso. Eles não conseguem deixar que eu viva minha vida. Mas eu não esperava que falasse sobre a Lunna.
- Pai como...
- A sua mãe viu o jeito que você a olha. Aliás o jeito que vocês SE olham. – Ele falou dando ênfase no se e eu fiquei meio confuso. O jeito que nós nos olhamos?
- O que? – Ela me olha diferente?
- É filho. Ela te olha diferente.
- Aprendeu a ler pensamentos na sua viajem é? – Ele riu.
- Não. Só te conheço... Olha filho eu já disse isso, mas foi a muito tempo. Você pode confiar em mim. Pode me contar tudo. Lembre-se que eu também já fui adolescente e já gostei de várias antes de encontrar sua mãe. Agora me responda: Você gosta dela?
- Ok pai.... Sim, eu gosto dela.
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